Exigência de Lisina
A exigência de lisina é a concentração dietética mínima de lisina, o aminoácido essencial de referência para peixes, necessária para sustentar a deposição máxima de proteína e o crescimento, tipicamente 4,3-5,7% da proteína dietética para salmonídeos e peixes marinhos como a dourada, e 5,1-6,0% para muitas espécies de água quente. A lisina é escolhida como referência porque sua exigência é a mais bem caracterizada entre as espécies e porque não tem efeito poupador de outros aminoácidos. Como a proteína corporal tem um teor de lisina quase constante (aproximadamente 7% da proteína depositada), a lisina também é usada no método de ganho de lisina para estimar a verdadeira acumulação de proteína na fazenda: a ingestão de lisina menos a retenção de lisina aproxima a perda inevitável de nitrogênio. Na formulação prática, a lisina é o segundo aminoácido limitante mais comum após a metionina em dietas à base de grãos e soja, e ingredientes à base de milho são notavelmente pobres nela. A suplementação com L-lisina HCl (78% de lisina) é padrão em rações com alto teor de vegetais. O benefício operacional de atender precisamente à exigência de lisina é direto: cada deficiência marginal de 0,1 ponto percentual abaixo da exigência tipicamente custa 1-2% do crescimento, e a oferta crônica insuficiente eleva a excreção de amônia porque o excesso de aminoácidos não essenciais é desaminado e queimado para energia.